terça-feira, 24 de março de 2009

Iron Maiden em Recife!


Dando seqüência à turnê internacional Somewhere Back in Time, o Iron Maiden volta ao Brasil. A nova vinda da banda ao país marca a primeira passagem do Iron Maiden pelo Nordeste, e desta vez trazendo o show completo com toda cenografia, iluminação, efeitos e pirotecnia. Serão mais de 400 toneladas de equipamentos e estrutura de última geração, que irão proporcionar o maior show já visto no Nordeste, pois é, e com isso também durante a turnê esta sendo gravado um filme onde ao final desta irá ser lançado, com imagens exclusivas gravas por um Direitor e pelos próprios membros da banda, imagens das viagens e até de dentro do próprio avião da Banda, é vamos esperar p/ conferir o resultado desse mega filme hein!, será q vai ser record de bilheteira, nem é difícil imaginar hein se tratando de Maiden.

p/ quem vai estar lá só me resta desejar Bom Show p/ vocês....ainda estou com esperanças de estar lá !!

Orkuteiros!!!


Em Entrevista ao Whiplash Edu Falashi, vocal das bandas Angra/Almah deu a seguinte declaração em 09/02/2009, sobre os Orkuteiros de Plantão...Confiram aew!!!

Novo Metal: Há alguns meses atrás, o baixista Felipe Andreoli publicou em seu blog sua indignação com relação a alguns fãs brasileiros de heavy metal que alimentam rivalidades entre bandas e fazem comentários contra o sucesso dos “concorrentes”, fazendo com que o sentimento de desunião aumente. O que você tem a dizer sobre isso?

Edu Falaschi: "Isso é um lixo que praticamente só existe no Brasil. É por isso que o metal nacional está praticamente morto, quase sem lugares para tocar, quase sem contratantes profissionais do Rock, quase sem público para as grandes bandas nacionais, que são muito boas, profissionais e talentosas. A culpa, em grande parte, é dos fãs e 'orkuteiros' de plantão, a escória da humanidade. A culpa também é das bandas por serem tão individualistas, mas fazer o quê? O brasileiro é assim em sua essência".


Acessoria de Imprensa do Cantor Eduardo Falashi Angra/Almah :

Me chamo Eduardo Macedo e faço parte da empresa que faz a assessoria de imprensa do vocalista Eduardo Falaschi (Angra, Almah). Após acompanhar de perto a repercussão que as declarações do artista vêm tomando junto aos fãs, resolvi me pronunciar para deixar as coisas mais claras e que definitivamente acabe com algumas especulações e comentários maldosos.
Em primeiro lugar, Eduardo Falaschi se referiu APENAS às pessoas que, através de instrumentos como o Orkut, pregam a desunião, concorrência e desavenças. O músico se refere APENAS aos usuários – os quais foram devidamente chamados de orkuteiros – que se valem de um site de relacionamento para sempre propagarem a segmentação de uma cena há muito desgastada no país. Quanto aos fãs, que para o artista sempre foram e sempre serão o real sentido dele se manter em atividade por todos esses anos, ele se referiu ao fato de muitos assistirem a esse processo e se omitirem ou simplesmente fecharem os olhos a tudo que vem acontecendo.
Se todos fizessem sua parte, teríamos certamente mais pessoas nos shows, turnês conjuntas e bandas fantásticas caminhando unidas, tais como: Almah, Bittencourt Project, Angra, Viper, Hangar, Andre Matos solo, dentre tantos outros. Todos se ajudando, somando e agregando valores para desaguarmos em uma valorização da cena metálica nacional como um todo.
Em segundo e último lugar, Toda essa situação criada pode ser de grande valia a todos. Se as interpretações nocivas forem transformadas em momentos de reflexão, com certeza o depoimento de Eduardo Falaschi terá valido a pena. O real objetivo NUNCA foi o de agredir ou difamar essa ou aquela pessoa, e sim, propor uma discussão saudável em prol de um movimento mais honesto e organizado do Metal feito no país. Já remamos tanto contra a maré numa nação de terceiro mundo, sendo assim, não precisamos de “indivíduos individualistas” que não se importam em somar a essa grande congregação dos amantes desse segmento musical.
Temos muitas bandas profissionais e de brio nesse imenso Brasil. Hoje podemos bater no peito e termos orgulho em ostentar um número expressivo de grupos de qualidade em todas as vertentes do estilo, sem dever em nada aos europeus e estadunidenses. Portanto, antes de mais uma vez jogarmos pedras diante de um depoimento sincero como foi este, pensemos se tudo que fora dito não faça sentido.
Agradeço aos fãs do Almah e de Edu Falaschi pelo carinho e se precisarem entrar em contato para qualquer dúvida acerca desse assunto, podem nos escrever para contato@msmetalpress.com. Todos os e-mails serão devidamente respondidos.


Minha Opinião e Post na comunidade "Edu Falashi Autorizada" :

...Concordo plenamente com Edu...
acredito que o tom grosseiro que pairou no comentário de Edu....é retrato de uma indignação geral do cenário Metal-Brasil.....em que as pessoas se prendem a coisas pequenas p/ destruir algo que outras lutaram com tanta Sagacidade....outro ponto tb...é a super valorização de Bandas Gringas....e a difamação das nossas...somos um país que poucas pessoas se orgulham da sua raiz...o Orkut é uma arma violenta a essas bandas....e pensando de uma forma geral....oq era p/ ser simplesmente um site de relacionamento se tornou uma arma p/ diversas coisas, tais como: "Pedofilia"....é bom ter artistas que não ficam maquiando a verdade...é muito bom ler a verdade como ela tem que ser dita realmente....por isso o Brasil é um país praticamente sem leis...onde a impunidade reina...onde a valvula de escape é sempre a mentira...então é isso ai...fica ai uma ressalta a ser pensada por todos nós....

domingo, 15 de março de 2009

Fazendo Promessas...Falando de Mim


Tango de Nanci

Composição: Chico Buarque/ Edu Lobo

Quem sou eu para falar de amor
Se o amor me consumiu até a espinha
Dos meus beijos que falar
Dos desejos de queimar
E dos beijos que apagaram os desejos que eu tinha

Quem sou eu para falar de amor
Se de tanto me entregar nunca fui minha
O amor jamais foi meu
O amor me conheceu
Se esfregou na minha vida
E me deixou assim

Homens, eu nem fiz a soma
De quantos rolaram no meu camarim
Bocas chegavam a Roma passando por mim
Ela de braços abertos
Fazendo promessas
Meus deuses, enfim!
Eles gozando depressa
E cheirando a gim
Eles querendo na hora
Por dentro, por fora
Por cima e por trás
Juro por Deus, de pés juntos

Que nunca mais.

> Adoro essa Musica !

Força...Energia...Sabedoria...


"A mulher que sente impulso para criar, para dar significado ao seu mundo, precisa ser fiel aos seus conteúdos internos, à Deusa dentro de si. O ato criativo é o processo de se arriscar, de se jogar no desconhecido, de mergulho nas fontes fertilizadoras, da viagem interna em busca da essência das coisas. O desejo de criar move o contato com o informe pela necessidade de dar forma, de arrancar da terra coisas vitais para alimentar a consciência."

Senhora de Mim



Altiva e impetuosa, Iansã é o símbolo das mulheres temperamentais. Isso se deve a uma estranha característica: durante parte do dia, a orixá se transforma num búfalo selvagem, portanto, também tem uma natureza animal.
as filhas de Iansã são parecidas com ela. Voluntariosas, gostam de tudo a sua maneira. Só se deixam vencer por quem sabe contornar seus ímpetos de fúria. Ao mesmo tempo, são mulheres corajosas, sem nenhum medo de lutar contra a injustiça e o preconceito. Como a própria divindade, metade animal, metade gente, os filhos de Iansã se consideram pessoas incomuns.
> Oyá é um Orixá feminino africano, cultuado no candomblé e nas religiões-afro-brasileiras, sua saudação é Iyá Mesan Òrun mãe dos nove oruns (espaços do céu) e No candomblé sua cor é o vermelho, leva chifres de búfalo ou boi na cintura e utiliza o irukerê (é um símbolo de nobreza, muito usado na África para espantar moscas), instrumento ritual feito de rabo de boi ou com o qual direciona os eguns, os espíritos dos mortos. Por sua atuação junto aos eguns está intimamente ligada aos mistérios da morte (iku), é conhecida e cultuada principalmente por sua ligação com a morte, pois compete somente a Inhansã o poder de conduzir os eguns (espíritos dos mortos), para longe ou perto dos seres vivos. Iansã é associada a sensualidade. Orixá dos ventos e das tempestades.
Oyá Igbalé são títulos pertinente a Oyá Mensan Orum, "Mãe dos nove céus". Orixá de denominação usada pelo Candomblé e povo do santo por sua ligação e domínio do Cemitério ("igbale" ou "balé"), depois que Omolu ofertou-lhe parte de seu poder para conduzir os ancestrais egungun. Vestindo-se de branco com o seu irukerê é encarregada de separar os vivos dos mortos e adorada por todos, venerada no ritual de (iku) axêxê.

Créditos ao Wikpédia e ao Tata de Inquice Toluaye.

sábado, 14 de março de 2009

Thay...Ane...Thayane


Pra quem ainda vier a me amar (Roberto Freire)

"Quero dizer que te amo só de amor. Sem idéias, palavras,

pensamentos. Quero fazer que te amo só de amor. Com sentimentos, sentidos,
emoções. Quero curtir que te amo só de amor. Olho no olho, cara a cara,
corpo a corpo. Quero querer que te amo só de amor.
São sombras as palavras no papel. Claro-escuros projetados pelo
amor, dos delírios e dos mistérios do prazer. Apenas sombras as palavras no
papel.
Ser-não-ser refratados pelo amor no sexo e nos sonhos dos amantes.
Fátuas sombras as palavras no papel.
Meu amor te escrevo feito um poema de carne, sangue, nervos e sêmen.
São versos que pulsam, gemem e fecundam. Meu poema se encanta feito o amor
dos bichos livres às urgências dos cios e que jogam, brincam, cantam e
dançam fazendo o amor como faço o poema.
Quero a vida as claras superfícies onde terminam e começam meus
amores. Eu te sinto na pele, não no coração. Quero do amor as tenras
superfícies onde a vida é lírica porque telúrica, onde sou épico porque
ébrio e lúbrico. Quero genitais todas as nossas superfícies.
Não há limites para o prazer, meu grnade amor, mas virá sempre
antes, não depois da excitação. Meu grande amor, o infinito é um recomeço.
Não há limites para se viver um grande amor. Mas só te amo porque me dás o
gozo e não gozo mais porque eu te amo. Não há limites para o fim de um
grande amor.
Nossa nudez, juntos, não se completa nunca, mesmo quando se tornam
quentes e congestionadas, úmidas e latejantes todas as mucosas. A nudez a
dois não acontece nunca, porque nos vestimos um com o corpo do outro, para
inventar deuses na solidão do nós. Por isso a nudez, no amor, não satisfaz
nunca.
Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não
preciso de ti. No amor, jamais nos deixamos de completar. Somos, um para o
outro, deliciosamente desnecessários.
O amor é tanto, não quanto. Amar é enquanto, portanto. Ponto."

Roberto Freire

Roberto Freire nasceu em uma família de classe média. O pai, João Figueiredo Freire, era funcionário de pequenas empresas privadas dos ramos de comércio e indústria na capital pernambucana e a mãe, Maria de Lurdes Pereira Freire, cuidava dos trabalhos domésticos.
Freire escreveu o seu nome na história como um homem aberto a ideias novas. Compreendeu criticamente os erros praticados sob a esfera do chamado socialismo real.
foi um médico psiquiatra e escritor brasileiro, conhecido por ser o criador de uma nova e heterodoxa técnica terapêutica denominada Soma (soma terapia). Foi também diretor de cinema e teatro, autor de telenovela, letrista e pesquisador científico.
Entre suas obras literárias mais importantes figuram Cléo e Daniel (história que foi levada ao Cinema, com Myriam Muniz, Sônia Braga e John Herbert, entre outros), Sem entrada e sem mais nada, Coiote e os ensaios Utopia e Paixão, Sem Tesão Não Há Solução e Ame e dê Vexame. Escreveu também contos eróticos, literatura policial e infantil.
Freire se apresentava como "anarquista, escritor e terapeuta". Sua principal criação, a Soma terapia, vem sendo desenvolvida e praticada no Brasil e na Europa pelo Coletivo Anarquista Brancaleone.
Freire nos deixou aos 81 anos em 24/05/2008.

* Freire pra mim é um Génio, é aquela companhia nas madrugadas, é o que eu chamo de "Terapia Diária", costumo brincar com meus amigos ao me despedir deles "vou fazer Terapia Agora", por que fico aqui devorando os livros dele, relendo várias coisas e copiando e enviando p/ amigos alguns trechos. Conheci Freire a uns 5 meses quando comprei um livro dele num sebo (Ame e dê Vexame) e de lá p/ cá não consigo mais viver sem Freire, (rsrsr), esse livro chegou em minha vida no momento certo, Freire chegou em minha vida no momento certo, era tudo que eu precisava.*

"No Amor jamais nos deixamos completar. Somos, um para o outro, deliciosamente desnecessários."

Minha foto
Salvador, Bahia, Brazil
"Fogo nas mãos que ensina e cura. Fogo na Forja que molda e tempera. Fogo na mente que incita e inspira."